Embora alguns padrões de beleza costumem ser impostos em cada época, a Moda Plus Size tem começado a ocupar o seu espaço. Cada vez mais vemos marcas destinadas a esse público, além de modelos com curvas fartas em desfiles de marcas tradicionais e em grandes revistas de moda.
Além do mais, padrões de beleza impostos não estão com nada: ter estilo é gostar de si mesma, conhecer o seu corpo e saber valorizar o que se tem de melhor! Com alguns truques básicos, você valoriza o que tem de melhor e fica ainda mais linda.
Para se conhecer melhor, a blogueira Lara dá algumas dicas: ao invés de se martirizar olhando fotos de moda com modelos magrinhas, passe mais tempo se auto-observando e vendo o que cai melhor. É legal observar pessoas que são cheinhas e que você considera elegantes e ver quais combinações elas usam que pode ficar bacana em você também. Prove as suas roupas formando diversas combinações diferentes, até ver as que melhor te valorizam. Além do espelho, conte com uma câmera fotográfica para poder se enxergar de vários ângulos e do olhar amigo de alguma amiga em que você confie na opinião.
Esses truques e dicas que a gente separou valem para praticamente todas as mulheres que estão acima do peso. Experimente! Depois, é só arrasar e se sentir cada vez mais linda.
(clique nas imagens para ver maior)
Post sugerido por: Guelber Karina Almeida Prezotto – Santo André – SP
Já postamos anteriormente (aqui e aqui) dicas de produtos cosméticos que podem ser facilmente manipulados em casa, fazendo com que tenhamos produtos de beleza isentos de componentes que possam fazer mal para a nossa saúde ou para a do planeta.
Mas essa idéia pode ser ainda melhor: alguns truques de beleza podem ser feitos com ingredientes super básicos, daqueles que sempre temos em casa! A maior prova de que a natureza nos fornece aquilo que precisamos para sermos bonitas e saudáveis. Mais um motivo para cuidar bem dela, certo?
* Óleo vegetal ou azeite são perfeitos para remover a maquiagem. Além disso, o azeite ainda protege, alimenta e cicatriza a pele. Pode ainda ser utilizado para fortelecer as unhas quebradiças ou contra as irritações da pele e as mãos secas.
* O chá de camomila é um excelente antídoto contra as olheiras: um algodão embebido no chá gelado sobre os olhos é um santo remédio!
* Rodelas de pepino, também geladas, são outro maravilhoso cosmético para as olheiras.
* Meia dúzia de morangos esmagados com um tantinho de mel são perfeitos para revigorar a pele do rosto. É um ótimo truque para essa época do ano, onde costumamos ficar com a expressão cansada.
* Uma folha de gelatina incolor dissolvida em água e quatro gotinhas de álcool torna-se um incrível substituto para a musse fixadora de cabelos.
* Um abacate amassado com uma colher de sopa de mel resulta em uma máscara hidratante para dar fim aos cabelos ressecados.
* Um copo de iogurte natural e folhas de hortelã são tudo o que você precisa para hidratar o rosto, inclusive para quem tem a pele oleosa. É só aplicar o iogurte na face, cobrindo-a, em seguida, com asfolhinhas de hortelã.
* O açúcar cristal (ou aveia), se misturado a um poquinho de mel, é um poderoso esfoliante. No verão, aplicado após o sol, seguido de um hidratante, ajuda a manter o bronzeado.
* Um kilo de açúcar, uma colher de mel, um copo d’água e o suco de um limão, fervidos até caramelizar, em fogo brando, substituem a cera depilatória.
* Uma colher de sopa de amido de milho misturada a uma clara de ovo torna-se uma máscara tensora pré-maquiagem: aplicando-a no rosto, deixando secar porvinte minutos e removendo com água fria, prepara a pele para receber a maquiagem.
* Trinta gramas de cravo cozidos (durante três horas, em banho-maria) em 200 ml de azeite de oliva resultam num poderoso óleo fortificante para as unhas.
Todos esses cosméticos são facilmente manipulados, ecologicamente corretos e baratinhos. E te deixam linda, claro! Quer coisa melhor do que isso?
Post sugerido por: Mariana Angeli Paulino – São Paulo/SP

Todas temos dentro de nós uma artista escondida e, se já não fizemos, temos plana capacidade de criar algo novo ou transformar algo que já temos – e está “encostado” – em algo ainda mais legal.
Muitas vezes temos peças das quais gostávamos, mas por algum motivo deixamos de usar – ou por termos enjoado, ou por ter estragado, ou por não servir mais. Então por que não dar um novo uso a essas peças?
Reciclar as nossas roupas, além de uma atitude ecológica, pode ser super divertido. E ainda nos render peças novinhas, e ainda exclusivas.
Confira esses vídeos-tutoriais, lance mão daquelas peças que estão paradas no guarda-roupa e ganhe modelos novinhos!
Quer um acessório super elegante para as festas de final de ano? Aqueles colares que estão sem uso há um tempão, junto, podem se transformar em um novo, poderosíssimo! No vídeo, ele é feito com colares de pérolas, mas outras contas e correntes também dão conta do recado!
Os coletes jeans estão super em alta! Aquela jaquetinha que você não usa mais pode se transformar em um colete cheio de estilo, com aplicação de tachas.
Até o jeans velho do namorado entra no esquema! A apresentadora Sabrina Sato ensina a transformar um jeans masculino em um shortinho cheio de estilo.
Uma camiseta básica pode ganhar um toque mais feminino com a aplicação de babados no decote. A mesma técnica ensinada no vídeo também pode ser utilizada para aplicar babados nas mangas ou na barra da blusa.
Outra maneira de dar um toque de feminilidade nas camisetas é aplicando um laço de renda.
Com a moda folk do verão, as franjas estão super em alta! Uma camiseta mais soltinha pode ser cortada em franjas, para um look que vai super bem à praia, ao campo ou a festivais de música!
Post sugerido por: Priscilla Saccoman – Campinas/SP

“A arte tem o poder de renovar a convivência entre as pessoas. Num ambiente marcado pela exclusão, pela violência e falta de perspectivas, é ela que transforma e humaniza as grandes periferias. A produção artística nos subúrbios cria um mundo imaginário (mas real!) onde se é possível conhecer o outro e, principalmente, a nós mesmos. A cultura suburbana explora o local, o espaço de convivência, o cotidiano, o que é incômodo. Seus artistas convertem suas experiências numa existência inovadora, onde a conquista do ser e da própria identidade é, quase sempre, alcançada.
As grandes influências da arte feita na periferia vêm de lutas antigas por espaço e visibilidade. Artes que resgatam raízes, costumes, história. O hip hop, o grafite, o audiovisual independente, as danças folclóricas, a música alternativa. Tudo produzido num contexto árduo, com poucos recursos, pouco incentivo e um tanto de discriminação.” (Camila Putti, Suburbia)
As dificuldades das pessoas que vivem às margens da sociedade não se limitam apenas à moradia, alimentação e saúde. A elas, também é negado o acesso à cultura e a chance de mostrar o seu trabalho. O desemprego não atinge apenas pedreiros, empregadas domésticas e operários. Muitos artistas vivem nas favelas e lutam para mostrar o seu trabalho, muitas vezes em vão, pois o preconceito da nossa sociedade usualmente não permite que o trabalho produzido pelas camadas sociais mais baixas chegue nas galerias de arte, rádios ou cinemas.
Felizmente existe muita força de vontade e persistência em meio a esses guetos, fazendo com que os projetos não morram por falta de incentivo da população ou do governo. Na capital mineira, foi criado há alguns anos o “Guia Cultural de Vilas e Favelas de Belo Horizonte”, coordenado por uma antropóloga. A produção mapeada pelo guia, que contou com recursos do Fundo de Projetos Culturais da Secretaria Municipal de Cultura de BH, revela o trabalho de quase sete mil aristas profissionais e em formação. Iniciado com a intenção de mostrar o trabalho feito nessas comunidades para quem vive fora delas, o projeto acabou por dar origem à ONG “Favela é Isso Aí”. A organização não-governamental une os artistas de periferia, colocando em discussão constante a questão da política cultural. Além disso, eles ainda pretendem atuar como uma “produtora comunitária”, viabilizando a gravação de CDs e videoclipes e dando apoio na divulgação dos projetos dos artistas.
O grupo de dança Brother Soul é um dos apoiados pela ONG, que tem na dança e na música a maior parte dos seus artistas:
O projeto U-Gueto, que possui crianças na percussão, também faz parte dos grupos apoiados pela ONG “Favela é Isso Aí”:
“A função da arte nas periferias vai muito além da “desmarginalização”. A arte e a cultura formam um novo indivíduo, com mais habilidades, mais sensibilidade – no que diz respeito a percepção -, com mais esperança, com mais respeito ao seu próprio país que o coloca na situação de marginalizado. Elas trazem para a periferia uma segunda chance. Um escape do dia-a-dia. Transforma esta sociedade num espaço mais solidário, mais produtivo, mais rico, e efervescente.”
Post sugerido por: Manuela Almeida – Salvador/BA
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