Que tal levar as últimas tendências de moda para a sua casa? E o melhor: de uma forma eco-friendly!
Uma tendência super descolada que têm sido vista na decoração é repaginar móveis antigos (aqueles super clássicos mesmo!) com cores mais divertidas e modernas. Uma camada de tinta, de acabamento ultrabilho ou fosca, é capaz de deixar a cristaleira da vovó com uma cara super contemporânea!
Fonte: Dcoração
Que tal experimentar esse visual e dar cara nova à sua casa? Separamos algumas inspirações nas cores da moda – candy colors, fluo e metalizados – para você deixar o seu cantinho com a cara da temporada!
METALIZADOS
CANDY COLORS
NEON
[
E o melhor é que, se enjoar, é só lixar e pintar de uma nova cor. Legal, né?
Seguindo a nossa série de dicas para cuidar da saúde do nosso planeta sem deixar o nosso estilo e a nossa vida agitada de lado, a partir das dicas do livro “Eco Chic – Salvando o Planeta com Estilo”, da autora Christie Matheson, hoje vamos publicar uma listinha de coisas que são super cool e ao mesmo tempo são naturalmente eco chics:
*Andar descalça na praia em um vestido de linho
* Sono da beleza
* Ter o seu próprio estilo ao invés de seguir todos os modismos
* Acessórios vintage que eram da sua bisavó (ou da sua avó, ou até da sua mãe…)
* Roupas de corte clássico feitas sob medida por aquela sua costureira de confiança, com tecidos naturais
* Guardanapos de linho
* Um blazer vintage, garimpado naquele brechó super legal
* Dar presentes feitos por você mesma, inspirados na pessoa que você vai presentear
* Móveis antigos bem cuidados
* Peças clássicas de bons tecidos, que durarão a vida toda
* Lindas relíquias de família
* Cuidar bem das suas roupas para mantê-las em bom estado por muito tempo
* Uma mesa arrumada com louças antigas e à luz de velas
* Uma salada refrescante com ingredientes orgânicos acompanhada de um chá gelado feito com ervas da sua hortinha
Não desperdice água
Mantenha a torneira aberta pelo menor tempo possível. De uma torneira comum, jorram cerca de 11 litros por minuto, o que significa que, deixando a torneira aberta por dois minutos enquanto escova os dentes, desperdiçará cerca de 25.000 litros por ano! Ou seja, o melhor caminho para poupar água é deixar a torneira pelo maior tempo possível fechada ao escovar os dentes, lavar a louça… E no verão, você pode até deixar o chuveiro desligado enquanto passa xampu e condicionador!
Coloque pequenas compras na sua bolsa
Quando você comprar um batom numa loja de cosméticos, ou um pequeno acessório, ou um remédio na farmácia, recuse a sacolinha que a loja lhe oferecer! Colocar um pequeno ítem desses na nossa bolsa é fácil, é apenas uma questão de hábito.
Diminua (mesmo que um pouquinho) o tempo do seu banho
Uma dica é lavar o cabelo logo que entrar no banho, e deixar o condicionador agir enquanto se ensaboa. Outra dica, caso você se depile em casa, é fazê-lo antes ou depois do banho, nunca durante. E no verão, como citamos acima, desligar o chuveiro em alguns momentos! E o melhor: tomar banhos mais curtos faz bem para a pele! Além de a água quente ressecar, banhos longos podem deixar a pele flácida. E o melhor: com menos tempo no banho, sobra mais tempo para escolher a roupa e se maquiar!
Fonte: “Eco Chic – Salvando o Planeta com Estilo”, da autora Christie Matheson
Um dos livros que a gente acha que mais tem a cara da Naturezza é o “Eco Chic – Salvando o Planeta com Estilo”, da autora Christie Matheson. O livro apresenta dezenas de dicas fáceis de serem inseridas no dia-a-dia e que são pensadas para mulheres contemporâneas, que levam uma vida agitada e que não abrem mão do seu estilo, seja de vestir ou de vida.
Nós gostamos tanto desse livro que resolvemos fazer uma série de postagens sobre ele! Toda semana, postaremos algumas dicas dadas por Christie para você adequar ao seu dia-a-dia e colaborar com a preservação do nosso Planeta. Sem deixar o estilo de lado, claro!
Vamos lá?
Carregue uma garrafinha de água tratada com você
Em vez de andar por aí tomando água de garrafinha, encha sua própria garrafa reutilizável com água tratada ou filtrada e mate sua sede! Garrafinhas descartáveis são feitas de plástico, derivado do petróleo, uma fonte não-renovável.
E evite comprar apenas uma garrafinha de água para continuar reusando. As garrafas descartáveis comuns de água têm o gargalo muito estreito, são difíceis de limpar e podem, assim, hospedar bactérias. Estudos têm mostrado que, com o tempo, garrafas descartáveis também podem desprender substâncias químicas potencialmente cancerígenas. Além do quê, garrafas plásticas velhas e amassadas são horrorosas.
Para carregar na bolsa, aço inoxidável é o material mais recomendável. Já para a geladeira, as de vidro são a melhor opção.
Apenas um copo para o cafezinho
É claro que você não deve tomar menos café – sugerir isso seria uma maldade! Mas já que estamos falando de recipientes de bebida reutilizáveis, vamos falar de copos de café. Se você é uma consumidora inveterada de café no copo (ou chá, ou frapê, ou suco, etc.), entre na onda dos copos reutilizáveis! Compre um copo ou caneca com a sua cara (existem inclusive alguns térmicos) e deixe no trabalho. Além de ser mais ecológico, você terá um recipiente com a sua cara enfeitando a sua mesa!
Pode parecer exagero, mas você sabia que se usar um copo descartável por dia, no final do ano terá gerado 10 kilos de lixo? E os copos feitos para bebidas quentes geralmente são de materiais que não podem ser reciclados!
Um dos 3R do consumo consciente é o reaproveitamento, o que inclui trocas do que não serve para uma mas pode ser legal para outra. As clothing swap já se tornaram uma prática comum entre garotas apaixonadas por moda e com consciência ambiental. E o mais legal é que agora também existem aplicativos que permitem essa prática online.
Um deles é o recém Dois Camelos, que funciona dentro do Facebook. O objetivo do app é facilitar o contato entre pessoas que tenham interesse em trocar qualquer objeto.
O site de notícias eco Ciclo Vivo conta que a ideia para criar o aplicativo veio da arquiteta Fernanda Athayde, que se incomodava com o desperdício de objetos em sua própria casa e começou a juntar tudo o que não usava mais e trocar com os seus parentes. A partir disso, Fernanda teve a ideia de expandir as trocas de uma forma confiável que atingisse mais pessoas. Quando conheceu o empresário Rafael Zanoni, que criava aplicativos para redes sociais, nasceu o projeto, lançado em maio do ano passado.
Para utilizar o Dois Camelos, não há mistérios! Basta autorizar o aplicativo dentro do Facebook e cadastrar tudo o que deseja trocar. O aplicativo faz a divulgação para a rede até encontrar um possível negócio. Para facilitar as trocas, o foco na divulgação é em pessoas que moram próximas. Evitando a embalagem e o combustível utilizados no frete, mais consciência ecológica se envolve no processo!
Legal, né? Está esperando o que pra entrar nessa prática cool e eco-friendly?
Sabe aquela peça super legal mas que não serviu em você ou não fecha com o seu estilo? Ou aquela que você usou, mas deu uma enjoada? Ela pode ser objeto de desejo de alguma outra garota super descolada!
Pensando nisso, garotas ao redor do mundo têm aderido a uma prática super legal: os clothing swap! Amigas ou até desconhecidas que se encontram através de divulgações em blogs, redes sociais, grupos e zines se reunem para trocar aquilo que está encostado no seu guarda-roupa.
Vale lembrar que a reutilização e o reaproveitamento são práticas sustentáveis: usando uma peça que já teve outra dona, você evita que esse material seja descartado no meio-ambiente. Ou seja: ao final de um evento desses, todos saem beneficiados: o meio-ambiente, o nosso bolso e o nosso estilo!
Para organizar o evento, não tem mistérios!
Crie um grupo de e-mails entre as amigas participantes, ou até mesmo um evento no Facebook (se for na casa de alguém, lembre de fazerem o evento privado, para evitar problemas!), para combinar data, local e horário.
Que tal estabelecer algumas regrinhas antes, para evitar confusões na hora? Estabelecer um máximo de peças a serem levadas, por exemplo.
Separe araras, cabides ou bancadas para que as peças sejam dispostas. Se forem muitas participantes, é legal também que cada uma coloque o seu nome na peça, para evitar confusões. Lembre também de ter um espelho de corpo inteiro, caso alguém queira provar as peças!
Combinem para que cada uma leve um petisco e aproveitem para confraternizar.
E como o legal é ter consciência não só ecológica mas também social, que tal combinar com as suas amigas que, ao final da troca, as roupas que não forem escolhidas por ninguém serão doadas a quem precisa? No final do dia, vão sair todas cheias de estilo e com aquela sensação de ter feito coisas boas!
Em uma comum noite carioca, o artista italiano Giancarlo Neri acendeu nada menos do que nove mil globos com lâmpadas na Praça Paris, no Rio de Janeiro. A instalação, que já havia passado por Roma, Madri e Dubai, levou o público carioca à loucura, mesmo debaixo de chuva. Os globos possuíam lâmpadas que a cada 12 segundo mudavam de cor, intercalando entre lilás, verde, azul, amarelo, vernelho e rosa. Com as cores alterando em ordens distintas, uma luminosa coreografia multicolorida iluminava o ambiente. A instalação, chamada “Silêncio em Paris”, trouxe cor e vida à cidade que andava triste devido aos desabamentos recém acontecidos a poucas quadras dali.
O artista afirma que ama o Rio, e que esta já é a quinta obra que ele leva à capital carioca. As obras de Giancarlo costumam se basear nessa interação com a paisagem urbana. “A cidade é sempre meu cenário. No entanto, o que me interessa não é a arquitetura, mas a reação das pessoas, que é parecida em todas as cidades. Gosto de ver um mix de curiosidade e alegria nas pessoas quando andam pelas luzes.”
“A arte tem o poder de renovar a convivência entre as pessoas. Num ambiente marcado pela exclusão, pela violência e falta de perspectivas, é ela que transforma e humaniza as grandes periferias. A produção artística nos subúrbios cria um mundo imaginário (mas real!) onde se é possível conhecer o outro e, principalmente, a nós mesmos. A cultura suburbana explora o local, o espaço de convivência, o cotidiano, o que é incômodo. Seus artistas convertem suas experiências numa existência inovadora, onde a conquista do ser e da própria identidade é, quase sempre, alcançada.
As grandes influências da arte feita na periferia vêm de lutas antigas por espaço e visibilidade. Artes que resgatam raízes, costumes, história. O hip hop, o grafite, o audiovisual independente, as danças folclóricas, a música alternativa. Tudo produzido num contexto árduo, com poucos recursos, pouco incentivo e um tanto de discriminação.” (Camila Putti, Suburbia)
As dificuldades das pessoas que vivem às margens da sociedade não se limitam apenas à moradia, alimentação e saúde. A elas, também é negado o acesso à cultura e a chance de mostrar o seu trabalho. O desemprego não atinge apenas pedreiros, empregadas domésticas e operários. Muitos artistas vivem nas favelas e lutam para mostrar o seu trabalho, muitas vezes em vão, pois o preconceito da nossa sociedade usualmente não permite que o trabalho produzido pelas camadas sociais mais baixas chegue nas galerias de arte, rádios ou cinemas.
Felizmente existe muita força de vontade e persistência em meio a esses guetos, fazendo com que os projetos não morram por falta de incentivo da população ou do governo. Na capital mineira, foi criado há alguns anos o “Guia Cultural de Vilas e Favelas de Belo Horizonte”, coordenado por uma antropóloga. A produção mapeada pelo guia, que contou com recursos do Fundo de Projetos Culturais da Secretaria Municipal de Cultura de BH, revela o trabalho de quase sete mil aristas profissionais e em formação. Iniciado com a intenção de mostrar o trabalho feito nessas comunidades para quem vive fora delas, o projeto acabou por dar origem à ONG “Favela é Isso Aí”. A organização não-governamental une os artistas de periferia, colocando em discussão constante a questão da política cultural. Além disso, eles ainda pretendem atuar como uma “produtora comunitária”, viabilizando a gravação de CDs e videoclipes e dando apoio na divulgação dos projetos dos artistas.
O grupo de dança Brother Soul é um dos apoiados pela ONG, que tem na dança e na música a maior parte dos seus artistas:
O projeto U-Gueto, que possui crianças na percussão, também faz parte dos grupos apoiados pela ONG “Favela é Isso Aí”:
“A função da arte nas periferias vai muito além da “desmarginalização”. A arte e a cultura formam um novo indivíduo, com mais habilidades, mais sensibilidade – no que diz respeito a percepção -, com mais esperança, com mais respeito ao seu próprio país que o coloca na situação de marginalizado. Elas trazem para a periferia uma segunda chance. Um escape do dia-a-dia. Transforma esta sociedade num espaço mais solidário, mais produtivo, mais rico, e efervescente.”
No Brasil, é impensável falar na questão da reciclagem sem falar nos catadores de lixo. Estima-se que 1 em cada 1.000 brasileiros seja catador. Só em São Paulo, somam-se cerca de 25 mil profissionais, entre carroceiros, catadores e coletores que desviam, diariamente, alguns milhares de quilos de rejeitos dos lixões. A importância deles se torna ainda mais clara quando pensamos que o Brasil produz atualmente cerca de 250 toneladas de lixo diariamente e que esse material, se não reciclado, ficaria se acumulando em aterros, poluindo águas e terras.
Entretanto, embora o papel social e ambiental desses profissionais seja extremamente nobre, o trabalho não vem acompanhado de tamanho glamour. A maioria deles caminha cerca de 30 quilômetros por dia, debaixo de chuva ou sol, puxando até 400 quilos, em busca de materiais que muitas vezes só são encontrados depois de muita busca, em sacos de lixo cheios de rejeitos que podem transmitir doenças ou machucá-los, já que a maioria não usa proteção alguma – seja por falta de dinheiro oi por falta de informação. Além disso, é também comum que sejam confundidos com mendigos ou marginais, ou simplesmente ignorados pela maioria das pessoas. Isso tudo para ganhar não mais do que um ou dois salários mínimos por mês.
O destino da maioria desses materiais “catados” é a reciclagem: os catadores são responsáveis por grande parte da separação e coleta de materiais que a indústria da reciclagem reprocessará. Outro destino desses materiais são as ONGs, cooperativas e associações que produzem artesanato a partir de rejeitos e resíduos, como as que mostramos no penúltimo post.
Mas o mais interessante em meio à realidade dos catadores são algumas histórias quase mágicas, protagonizadas por algumas pessoas que, em meio à sua realidade dura, arranjam inspiração para melhorar a vida de outras pessoas.
Um exemplo disso é a do senhor Severino Manoel de Souza, de 58 anos, que montou uma biblioteca pública em Itapecerica da Serra, São Paulo, que hoje já conta com mais de 15 mil obras. As primeiras foram encontradas em 2001, jogadas no lixo. Embora estivessem roídos por ratos e maltratadas pelo tempo, os cerca de 600 livros que seu Severino resgatou em meio ao esquecimento dos lixões montaram a primeira biblioteca criada por ele, na capital, em um prédio ocupado por movimentos populares de moradia.
Hoje em dia, após divulgação do trabalho do catador, a biblioteca já recebe doações. Severino afirma que os livros são sua paixão, sua “sobremesa à noite”.
Outro exemplo disso é o ex-morador de rua Robson Mendonça. Ele conta que, quando vivia na rua, era privado não só de ter um lar ou uma alimentação digna, mas também do acesso à cultura. As bibliotecas públicas não permitiam que pessoas “sem residência fixa” retirassem livros, e mesmo que ele tentasse lê-lo sentado nas mesas do local, sofria preconceito por parte dos demais freqüentadores. Assim, quando sua situação melhorou, ele resolveu ajudar aos que passavam pela mesma privação. Também com obras encontradas no lixo ou doadas, ele montou a “Bicicloteca”, uma biblioteca sobre rodas. As pessoas, moradores de rua ou não, podem retirar os livros, contanto que se comprometam a devolverem ou, ao menos, doarem para outras pessoas.
Outro protagonista de uma história de tamanha nobreza é o senhor José Luis Zagati. Apaixonado por cinema desde criança, o catador resolveu montar o seu próprio cinema depois de achar uma carcaça de projetor, além de filmes, em meio aos lixões. Assim, nascia o Mine Cine Tupy, que hoje apresenta filmes para crianças que não têm acesso à cultura veiculada nos caros cinemas do país.
Post sugerido por: Cassiane Wigner Brochier – Santa Maria/RS (“A próxima matéria poderia ser sobre as pessoas que vivem e se sustentam através de materiais reciclados. Qual o destino desses materiais, como essas pessoas fazem a diferença, inclusive no mundo da moda, arrecadando matéria-prima.”)
A tecnologia chega a lugares inesperados, possibilitando que mais pessoas se unam em pról de questões sociais e ecológicas que primam pelo bem-estar de toda humanidade. Desde 2008 os índios da tribo Surui vêm utilizando a Internet para divulgar suas causas ambientais. O projeto fora concebido no ano anterior, quando o cacique da tribo, Almir Surui, viajou aos Estados Unidos para negociar com os executivos da empresa Google um sistema que conectasse sua tribo, a fim de mostrar a sua luta contra a exploração ilegal de suas terras, além de divulgar a cultura indígena. Depois disso, o trabalho teve de fato seu início quando uma equipe internacional da empresa, liderada pela cientista responsável pelos projetos ambientais da companhia, Rebecca Moore, passou oito dias na tribo, convivendo com os índios e trocando informações e experiências. A partir dessa interação, a empresa norte-americana lançou o Google Earth Outreach, um recurso através do qual organizações não-governamentais podem utilizar mapas digitais e mecanismos para difundir e manter os seus projetos socioambientais.
Em 2009 o projeto evolui para o uso de smartphones equipados com o OS android da Google e hoje em dia o cacique Almir utiliza um Macbook Air para compartilhar suas fotos e vídeos realizados na floresta. Com as informações produzidas e divulgadas pelo projeto ao longo destes quatro anos, hoje as autoridades conseguem saber onde há desmatamento ilegal em meio à floresta, podendo realizar um melhor combate a este mal.
Mais do que aparatos tecnológicos, a parceria entre a Google e os índios deu origem a uma poderosa ferramenta que conecta e aproxima as pessoas em busca de um objetivo maior, que é de interesse não apenas da tribo, mas de toda a humanidade que tem na Floresta Amazônica seu maior pulmão.
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